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domingo, 12 de agosto de 2012

13 DE AGOSTO DE 2013 - ANIVERSÁRIO DE SUA MAJESTADE A RAINHA SIRIKIT DA TAILÂNDIA


Minha Família e Eu felicitamos Sua Majestade a Rainha Sirikit pelo seu aniversário  e os 80 anos de vida ao serviço do bem do povo de seu Reino a Tailândia.
Sirikit da Tailândia – Wikipédia, a enciclopédia livre


  
Raínha Sirikit na Embaixada de Portugal em Banguecoque em 15 de Maio de 1994

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

HISTÓRICO E REFERENTE À EMBAIXADA DE PORTUGAL EM BANGUECOQUE

OS CONTABILISTAS E ARTISTAS -O MAIS QUE SE AVIA NO "GAMANÇO".



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Tribunal de Contas detetou irregularidades no negócio dos helicópteros militares


Sandra Sá Couto / Paulo Maio Gomes / Virgílio Matos | Publicado há 58 minutos
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O Tribunal de Contas detetou irregularidades no negócio dos helicópteros militares. Os inspectores encontraram faturas duplicadas e omitidas no valor de 2 milhões de euros, e concluíram que, se o Estado tivesse comprado directamente os helicópteros, tinha poupado mais de 100 milhões de euros. O Ministério da Defesa mandou abrir um inquérito.
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À MARGEM:  "Na minha missão de servir, por 24 anos, Portugal dentro de portas missão diplomática, acreditada em Banguecoque, no Reino da Tailândia, mais não haja dado pelo "gamanço" prática de bom artista e excelentemente amestrado. 
O "artista" Alipio Monteiro (ex-funcionário (bufo da TAP, nas carreiras de África no tempo de Salazar e Caetano), canadiano de nacionalidade e admitido, em Agosto de 1999, pelo embaixador José Tadeu Soares (sem registo criminal) com suspeitas de ter manipulado centenas de milhares de euros em seu proveito e abusivamente, outros, por chefes de missão.
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Fui, eu, dando conta aos chefes de missão desse "gamanço" desenfreado (tenho cópias da informação) e nunca a minha letra, acusatória, teve resposta ou tenha efeito ao que tudo me indicava que certos chefes (a esposa de um também) de missão estavam envolvidos no esquema, porque minhas palavras eram semente semeada em terra seca. 
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E os roubos da Missão Diplomática de Portugal em Banguecoque estão equiparados, mais ou menos ao valor de 2 milhões de euros dos helicópteros. 
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Dinheiros que não saíram  dos cofres do erário público, mas de uma renda, há 30 anos, de uma parcela de terreno alugada a um hotel de 5 estrelas que desde há 13 anos e com início do consulado do embaixador José Tadeu Soares 1999-2002 (hoje a representar Portugal na China) em que as chorudas rendas, parte desse dinheiro (além dos deleites dos Embaixadores) é despendido pelas mãos do diabo e depois, para justificar os gastos, são passados recibos "piratas" retirados de livros que se vendem nas papelarias, onde nos arquivos da missão, no meu tempo eram fechados a 4 chaves e penso, estarem ali, arquivados montes" nas prateleiras.
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Bom seria e para que este círculo vicioso que existe na Embaixada de Portugal em Banguecoque que a embaixadores, Gabriel Mesquita de Brito, José Tadeu Soares, João de Lima Pimentel, António Faria e Maya e o actual Jorge Torres Pereira, fossem chamados a contas e explicassem sobre esses dinheiros públicos que tem seguido por onde calha.  
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Dinheiros que deveria e não são ( assim o foram por anos remetidos, às Finanças Portuguesas, dado que esses montantes não são propriedades de embaixadores. A César o que é de César e um embaixador do Estado é um servidor e nunca um abusador!
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Um embaixador, que eu saiba (tenho prova) até se deu ao luxo de mandar emitir, um para si e outro para a esposa, dois cartões Visa platina, para os utilizarem a seus belos prazer em Banguecoque e no estrangeiro onde amiudamente se deslocavam.
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Os saco azul nas Missões diplomáticas, portuguesas, terminou, no consulado do ex-ministro dos Negócios Estranheiros, Durão Barroso, em 1993".
José Martins

quinta-feira, 19 de julho de 2012

JOÃO AZEREDO FALECEU

 Há quatro anos - Wednesday, July 23, 2008


João e sua mulher Gobporn Azeredo, um casal feliz (foto do autor em 2006)
Depois de prolongada doença e a lutar pela vida, faleceu às três horas da manhã de 23.07.08, no "Lard Prao Hospital", em Banguecoque, João Azeredo Adido Cultural da Embaixada de Portugal, na capital tailandesa.
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Doente desde há cerca de 8 meses, cujo male bem conhecido do João e que lhe iria ser fatal, continuava, dentro de si a vontade de viver. 
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Já em estado "terminal" há cerca de uma semana pedi a minha mulher, (mais corajosa do que eu) que visitasse o João Azeredo no hospital e encontrou-o já bastante debilitado, alimentado a "soro" e a respirar artificialmente. 
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Levou-lhe um fortificante e, no acto da entrega disse-lhe: "bebe-o para que voltes forte"! Em sílabas respondeu a minha mulher: I hope so... (tenho esperança). 
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Conheço o João Azeredo há uns 10 anos, na Embaixada de Portugal e durante as comissões dos embaixadores: Tadeu Soares, Lima Pimentel e Faria e Maya. 
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As nossas áreas de serviço, dentro da missão, foram diferentes mas sempre tivemos um óptimo relacionamento. 
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Homem reservado, cumpridor das suas obrigações que era o ensino da língua portuguesa em duas universidades de Banguecoque e a realização de eventos culturais, que bem os desempenhava,  com dom de palavra de os transmitir, aos presentes, com espontaneidade  e sem "papel".
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Parte dos livros que figuram na minha biblioteca ao João Azeredo lhos devo que nunca se haja esquecido de me oferecer exemplares quando chegavam, duplicados, de Macau ou do Instituto Camões de Lisboa. 
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Partiu desta vida sem ter completado a obra que pretendia levar a efeito. Nem sempre as coisas lhe teriam sido fáceis, devido à falta de fundos. 
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Não foi apoiado e tratado, com dignidade, como deveria ter sido, pelo embaixador Tadeu Soares, há cerca de nove anos. 
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João Azeredo lá foi vivendo e trabalhando conforme, suas possibilidades, para divulgar a língua e a cultura portuguesa na Tailândia. 
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Escapou à morte durante a tragédia do "Tusnami" na estância balnear do Phuket em 26 de Dezembro de 2004, no primeiro andar do hotel onde estava hospedado mais a esposa. 
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Porém não escapou às leis da natureza que o levou deste mundo, ainda jovem e que muito haveria a esperar de João Azeredo.
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Eu e minha família apresentamos os sentidos pêsames à esposa, de nacionalidade tailandesa, Goporn Azeredo.
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Foi cremado, três dias depois de falecer, (26.07.2012) num templo budista da Avenida do Lard Prao na proximidade do hospital onde morreu. Cerimónia simples, onde esteve minha mulher Kanda e filha Maria Martins. Nenhum funcionário português ou diplomata da Missão Diplomática de Portugal na Tailândia esteve presente. 
José Martins

sábado, 7 de julho de 2012

PARA QUE A HISTÓRIA NÃO FIQUE ESQUECIDA - BANGUECOQUE



Algumas pessoas interrogar-se-ão a razão porque a Legação de Portugal na Tailândia (hoje embaixada) possuía uma cadeia.
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Dado às leis rígidas e castigos severos no Reino do Sião havia um acordo entre a Corte e as Legações, estrangeiras, de que suas comunidades estariam sob sua jurisdição, que compreendia também os chamados “protegidos” de nacionalidade chinesa que tinham emigrado da China, através da corrupção e um esquema criado em Macau, que chegavam a Banguecoque com um passaporte que lhe dava o estatuto de protegido do consulado.
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Ora esta gente não ostentavam o privilégio da nacionalidade portuguesa, mas a protecção, pagando na Legação os actos consulares e sob a “pata” dos cônsules.
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Se porventura pisassem o risco perante a comunidade siamesa a polícia do reino prendia o prevaricador e levava-o à Legação. ali detido e julgado pelo Tribunal Consular, cujo juiz era o Cônsul,auxiliado (funcionários da Legação) escrivão e oficial de diligências
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Condenados (raramente absolvidos) a pagar uma coima que seriam soltos depois do pagamento da mesma em dinheiro.
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Outros, casos, de disputas entre a comunidade portuguesa e luso descendente eram resolvidas na Legação e o cônsul o mediador.
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Protegidos chineses sob a protecção da Legação Portuguesa no Reino do Sião não chegaram a meio milhar.
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Alguns mais tarde, pela prática de corrupção (que, infelizmente, na Legação Portuguesa existiu) obtiveram a nacionalidade portuguesa.
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No consulado do Embaixador Castello-Branco (1988-1995) e eu já ao serviço da embaixada quando os passaportes, dos falsos portugueses, expiravam iam ao consulado para obter um novo, ao que lhes foi negado.
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Num ofício, que eu bati nas teclas da máquina de escrever, embaixador Castello-Branco comunicava ao Palácio das Necessidades que tinha recusado substituir os passaportes, expirados, a chineses descendentes de protegidos porque nem sequer falavam uma palavra da língua portuguesa. Teve o apoio total.
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Porém não posso saber, se alguma desta gente, teria tentado novamente (nunca exerci funções a tempo inteiro na secção consular, mas ligado a chefes de missão), junto a funcionários duvidosos, sem estatuto hierárquico, admitidos pelo embaixador José Tadeu Soares (1999-2002) se teriam reclamado um novo passaporte e se o mesmo lhe teria sido dado.
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Antes dos serviços consulares ser informatizados praticaram os funcionários, desonestos, muitas ilegalidades onde se contava o meter a mão no saco azul, o montante dos emolumentos consulares, cujo este hoje já não existe, mas depositado numa conta bancária a que lhe é dado o nome FRI (Fundo para as Relações Internacionais) que serve para muitos gastos, diversificados, no Palácio das Necessidades, cujas verbas podem ir para a associação das esposas dos diplomatas portugueses.
José Martins