OS CONTABILISTAS E ARTISTAS -O MAIS QUE SE AVIA NO "GAMANÇO".
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Tribunal de Contas detetou irregularidades no negócio dos helicópteros militares
Sandra Sá Couto / Paulo Maio Gomes / Virgílio Matos | Publicado há 58 minutos
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O Tribunal de Contas detetou irregularidades no negócio dos
helicópteros militares. Os inspectores encontraram faturas duplicadas e
omitidas no valor de 2 milhões de euros, e concluíram que, se o Estado
tivesse comprado directamente os helicópteros, tinha poupado mais de 100
milhões de euros. O Ministério da Defesa mandou abrir um inquérito.
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À MARGEM:
"Na minha missão de servir, por 24 anos, Portugal dentro de portas
missão diplomática, acreditada em Banguecoque, no Reino da Tailândia,
mais não haja dado pelo "gamanço" prática de bom artista e
excelentemente amestrado.
O "artista" Alipio Monteiro
(ex-funcionário (bufo da TAP, nas carreiras de África no tempo de
Salazar e Caetano), canadiano de nacionalidade e admitido, em Agosto de
1999, pelo embaixador José Tadeu Soares (sem registo criminal) com
suspeitas de ter manipulado centenas de milhares de euros em seu
proveito e abusivamente, outros, por chefes de missão.
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Fui, eu, dando conta aos chefes de
missão desse "gamanço" desenfreado (tenho cópias da informação) e nunca a
minha letra, acusatória, teve resposta ou tenha efeito ao que tudo me
indicava que certos chefes (a esposa de um também) de missão estavam
envolvidos no esquema, porque minhas palavras eram semente semeada em
terra seca.
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E os roubos da Missão Diplomática de
Portugal em Banguecoque estão equiparados, mais ou menos ao valor de 2
milhões de euros dos helicópteros.
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Dinheiros que não saíram dos cofres
do erário público, mas de uma renda, há 30 anos, de uma parcela de
terreno alugada a um hotel de 5 estrelas que desde há 13 anos e com
início do consulado do embaixador José Tadeu Soares 1999-2002 (hoje a
representar Portugal na China) em que as chorudas rendas, parte desse
dinheiro (além dos deleites dos Embaixadores) é despendido pelas mãos do
diabo e depois, para justificar os gastos, são passados recibos
"piratas" retirados de livros que se vendem nas papelarias, onde nos
arquivos da missão, no meu tempo eram fechados a 4 chaves e penso,
estarem ali, arquivados montes" nas prateleiras.
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Bom seria e para que este círculo
vicioso que existe na Embaixada de Portugal em Banguecoque que a
embaixadores, Gabriel Mesquita de Brito, José Tadeu Soares, João de Lima
Pimentel, António Faria e Maya e o actual Jorge Torres Pereira, fossem
chamados a contas e explicassem sobre esses dinheiros públicos que tem
seguido por onde calha.
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Dinheiros que deveria e não são ( assim o foram por anos remetidos, às Finanças Portuguesas, dado que esses montantes não são propriedades de embaixadores. A César o que é de César e um embaixador do Estado é um servidor e nunca um abusador!
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Um embaixador, que eu saiba (tenho prova) até se deu ao luxo de mandar emitir, um para si e outro para a esposa, dois cartões Visa platina, para os utilizarem a seus belos prazer em Banguecoque e no estrangeiro onde amiudamente se deslocavam.
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Os saco azul nas Missões diplomáticas, portuguesas, terminou, no consulado do ex-ministro dos Negócios Estranheiros, Durão Barroso, em 1993".
José Martins
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Dinheiros que deveria e não são ( assim o foram por anos remetidos, às Finanças Portuguesas, dado que esses montantes não são propriedades de embaixadores. A César o que é de César e um embaixador do Estado é um servidor e nunca um abusador!
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Um embaixador, que eu saiba (tenho prova) até se deu ao luxo de mandar emitir, um para si e outro para a esposa, dois cartões Visa platina, para os utilizarem a seus belos prazer em Banguecoque e no estrangeiro onde amiudamente se deslocavam.
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Os saco azul nas Missões diplomáticas, portuguesas, terminou, no consulado do ex-ministro dos Negócios Estranheiros, Durão Barroso, em 1993".
José Martins
