As relações de Portugal com o Reino da Tailândia foram encetadas em 1511 e a primeira nação do Ocidente a instalar, em 1820, a primeira missão diplomática em Banguecoque, capital do então Reino do Sião.
quinta-feira, 30 de outubro de 2008
EMBAIXADA DE PORTUGAL EM BANGUECOQUE - HISTÓRIAS POR CONTAR
quarta-feira, 29 de outubro de 2008
EMBAIXADA DE PORTUGAL EM BANGUECOQUE - HISTÓRIAS POR CONTAR
Fim da Parte 14.ª
CONTINUA
terça-feira, 28 de outubro de 2008
EMBAIXADA DE PORTUGAL EM BANGUECOQUE - HISTÓRIAS POR CONTAR
14.11.1867 - Um ofício da Secretaria de Estado dos Negócios Estrangeiros para o ministro plenipotenciário de Portugal na China, Japão e Sião, José Maria da Ponte Horta, a informar acerca da demissão de António Frederico Moor do cargo de cônsul e feitor de Portugal no reino do Sião, por decreto de 24 de Outubro de 1867, a autorizar a nomeação de um cônsul interino e a pedir informações acerca da administração da feitoria portuguesa em Banguecoque;
23.02.1869 - Portaria do Ministério da Marinha e Ultramar a determinar que o governador de Macau envie informações, relativas ao estado da casa da feitoria de Portugal em Banguecoque e à falta de um intérprete de língua siamesa na referida feitoria, para ser possível tomar uma resolução acerca desses assuntos;
26.07.1869 - Portaria da Secretaria de Estado dos Negócios da Marinha e Ultramar a autorizar a Junta de Fazenda de Macau a dispender a quantia de cinco mil patacas com a conclusão do edifício do consulado de Portugal em Banguecoque e a fazer as despesas necessárias com o mobiliário (2) do mesmo, a autorizar o governador de Macau a exonerar o secretário nomeado para servir em Banguecoque se este não fôr prontamente para essa cidade, e a nomear outro que tenha conhecimento da língua siamesa e, ainda, a recomendar que o cônsul de Portugal no reino de Sião (3) arrende armazens e terrenos pertencentes ao consulado português;
30.0
1.1870 - Ofício do governador de Macau António Sérgio de Souza, para o Ministério dos Negócios Estrangeiros, a enviar documentos referentes a dúvidas sobre a propriedade de (4) um terreno que em 1768 foi cedido pelo Governo siamês aos súbditos portugueses residentes no Sião.
18.03.1870 - Ofício do governador de Macau, António Sérgio de Souza, para o Ministro dos Negócios Estrangeiros, a enviar cópia de um ofício do cônsul de Portugal no reino do Sião, Guilherme Ferreira Viana, onde este propunha a transferência para Singapura do consulado geral sediado em Banguecoque ficando dele dependente o consulado de Sião e a informar sobre o assutnto:
23.05.1870 - Ofício de Macau, António Sérgio de Souza, para o Ministério dos Negócios Estrangeiros, a enviar cópia de uma participação do intérprete do consulado de Portugal no reino do Sião onde informa ter falecido em Banguecoque o cônsul de Portugal nessa cidade, Guilherme Ferreira Viana:
02.07.1870 - Ofício do governador de Macau, António Sérgio de Souza, para o Ministro dos Negócios Estrangeiros, a enviar cópia de um ofício do Ministro dos Negócios Estrangeiros do reino do Sião acerca da propriedade de um terreno onde está edificada a igreja do Rozário em Banguecoque;
(1) Se analisa o cônsul Guilherme Ferreira, o seu transporte de Lisboa para Banguecoque, foi pago de sua algibeira e chegado a Banguecoque solicita que seja reembolsado. Porém o seu pedido é indeferido.
(2) O palacete embora terminado, ainda não se encontrava totalmente mobilado. Teria sido nesta altura que foram enviados, de Macau os plintos, decorativos, que ainda hoje se encontram na arcada da Residência.
(3) Oficialmente chega a ordem de Macau: "para que se arrende armazens e terrenos do consulado. Só passados 49 anos é que essa autorização, chega oficialmente, enquanto a ocupação (com receitas de rendas camufladas), já vem do final da década vinte do sec. XIX". -
(4) Teria sido as intenções do cônsul Guilherme Ferreira Viana, tentar recuperar este terreno, onde tinha sido construída uma igreja, nova, de estilo gótico e nas imediações residia a comunidade portuguesas, cuja maioria eram macaenses. Talvez tenha sido esta acção o preço, do custo, de sua vida...
(5) A Fazenda Pública de Macau recusa-se a financiar o consulado, o que se entende que no futuro terá que viver com as linhas que se cose, ou melhor: "com o montante obtido pelas rendas dos armazens e outras terras em redor da Residência".
Macau continua renitente em não mandar fundos para Banguecoque e sustentar as depesas do funcionamento do consulado. Teriam, com isto, os cônsules se governarem dos rendimentos dos talhões arrendados a firmas estrangeiras e locais.
E, também, com os emolumentos (já mais ou menos o montante significativo) dos chineses, com o estatuto de protegidos do consulado, que tinham obtido um documento de viagem na administração do Governo de Macau, em modos "corruptivos", que chegados a Banguecoque ficavam sob a protecção do consulado.
Fim da 13. parteJosé Martins
CONTINUA
Informação: Nosso arquivo particulare
segunda-feira, 27 de outubro de 2008
EMBAIXADA DE PORTUGAL EM BANGUECOQUE - HISTÓRIAS POR CONTAR
Consulado de Guilherme Ferreira Viana
Vamos dar conta do que escreveu o Monsenhor Manuel Teixeira relacionado com o cônsul Viana: