A doce "mordidela" da Jessica na medalha de ouro. Um português entregou-lhe uma bandeira e com ela deu volta à pista.
As relações de Portugal com o Reino da Tailândia foram encetadas em 1511 e a primeira nação do Ocidente a instalar, em 1820, a primeira missão diplomática em Banguecoque, capital do então Reino do Sião.
segunda-feira, 18 de agosto de 2008
MEMÓRIAS DOS TEMPOS IDOS - MEDALHA DE OURO PARA JESSICA AUGUSTO NA TAILÂNDIA
A doce "mordidela" da Jessica na medalha de ouro. Um português entregou-lhe uma bandeira e com ela deu volta à pista.
VANESSA FERNANDES SALVOU A HONRA!
domingo, 17 de agosto de 2008
SER UM VERDADEIRO PORTUGUÊS
- Guardar as cuecas velhas para polir o carro.
- Lavar o carro na rua ao domingo.
- Ter pelo menos duas camisas traficadas da Lacosta e uma da Tommy (de cor amarelo-canário e azul cueca)
- Passar o domingo de tarde no shopping center.
- Tirar a cera dos ouvidos com a chave do carro ou com a tampa da esferográfica.
- Ter bigode.
- Viajar ao cu do Judas e encontrar outro Tuga no restaurante.
- Receber visitas e ir logo mostrar a casa toda.
- Enfeitar as estantes da sala com as prendas do casamento.
- Exigir que lhe chamem doutor
- Axaxinar o Portuguez ao escrever.
- Gastar 50 mil euros no Mercedes C220 cdi, mas não comprara o kit mãos-livres, porque é ´caro´.
- Já ter ido à bruxa.
- Filhos baptizados e de catecismo na mão, mas nunca pôr os pés nas igreja.
- Não ser racista, mas abrir uma excepção com os ciganos.
- Ir de carro para todo o lado, aconteça o que acontecer, e pelo menos a quinhentos metros de casa.
- Conduzir sempre pela faixa da esquerda da auto-estrada (a da direita é para os camiões).
- Cometer 3 infracções ao código da estrada, por quilómetro percorrido!!!
- Ter três telemóveis.
- Gastar uma fortuna no telemóvel mas pensar duas vezes antes de ir ao dentista.
- Ir à bola, comprara ´prá geral` e saltar ´prá frente´.
- Viver em casa dos pais até aos 30 anos ou mais.
- Ser mal atendido num serviço, ficar lixado da vida, mas não reclamar por escrito ´porque não se quer aborrecer´.
- Falar mal do Governo eleito e esqueceu-se que votou nele.
Não há nada a fazer! Antigos hábitos são difícil de os cambiar como o são as manhas de burros.
"Enviado por H.Ferreira/Maquiavelices"
sexta-feira, 15 de agosto de 2008
O MUNDO "CÃO" ONDE VIVEMOS
je sábado (16.08.08) ao dar uma vista de olhos pelos jornais de Portugal, fomos como sempre ler as opiniões, quotidianas, do meu amigo, jornalista do Diário de Notícias, de há 16 anos, Ferreira Fernandes. Conhecemos o Ferreira Fernandes durante a agitação política na Tailândia no princípio do ano de 1992 que resultou em dezenas de mortos e feridos. O Ferreira Fernandes, foi o enviado especial do Diário de Notícias para vir reportar o caso. Na altura estava activo no jornalismo como correspondente da "Tribuna de Macau" e o director, daquele semanário, Dr. José Rocha Dinis, telefonou-me de Macau, para que tomasse conta do Ferreira Fernandes, em Banguecoque durante a sua estadia. O jornalista chegou ao aeroporto de Banguecoque e telefonou-me para minha casa. Não o conhecia e respondi-lhe, jornalisticamente: "olhe está com azar a guerra terminou ontem!" E tinha de facto acontecido. Guerras, urbanas, não são nada fáceis para um jornalistas as reportar e sujeitar-se a levar um tiro disparado por atirador furtivo posicionado num telhado de uma casa. Em Banguecoque isso já tinha acontecido com a morte de um jornalista da Nova Zelândia. Ferreira Fernandes, já que estava em Banguecoque e depois da guerra chega a paz, levei-o a Ayuthaya (Aiutaá) e mostrei-lhe o "Ban Portuguete", o forte português "Pom Phet", preencheu duas páginas do DN sobre a sua visita aos locais por onde os portugueses passaram e viveram em Ayuthaya. E mimosou-me com um artigo a quatro colunas que me intitulou: "O Nosso Homem em Banguecoque", que era eu. Não sei se foi pelo facto de ter sido seu guia ou se para me agradecer a "ceia" que lhe ofereci em minha casa... Claro que não foi por isso. Encontrei no Ferreira Fernandes, um daqueles jornalistas, fino e sabedor. Durante a viagem de duas horas de Ayuthaya para Banguecoque, recebi a melhor lição de jornalismo que antes nunca tinha recebido de Ferreira Fernandes e ficou-me para sempre: "relatar-se com seriedade aquilo que os nossos olhos observaram". Tem sido, durante o meu amadorismo de "aspirante" a jornalista, que assim tenho procedido. Mas a razão porque estou aqui a relatar, coisas passadas, é pelo facto de peça que o jornalista escreveu e publicada no DN de 15 do corrente. É pequena concisa, mas transmite muito. TENHO PENA DA MEMÓRIA DO MEU AMIGO EÇA DE QUEIRÓS....

É o destino da memória dos Eças deste país.... A foto do lado direito foi retirada do blogue http://lisboasos.blogspot.com . O grito, lancinante, sobre a situação degradada de Lisboa

