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sexta-feira, 30 de março de 2012

ABRIR AS GAVETAS DE MINHAS DOCES MEMÓRIAS EM BANGUECOQUE

Em Agosto de 1996 e de quando tinha a "pecha" de escrever para

jornais e revistas tive conhecimento de que na Tailândia e nos arredores da estância balneária de Pataia residia o Cavalo Português Lusitano. Meti-me à estrada com o meu velho,  bate-latas, Volvo de 20 anos  bem rodados e venci, sem avarias, os 130 quilómetros de Banguecoque a Pataia. A reportagem que eu fiz era para o jornal da minha terra o "Notícias de Gouveia", porém em Banguecoque o Dr. Jorge Morbey, Conselheiro Cultural da Embaixada de Portugal, leu-a e, pelo seu empenho. foi publicada na Revista Macau. Depois da peça publicada, o director da revista entregou ao Dr. Morbey 600 dólares pelo texto e fotografias. Os 600 dólares fizeram um "jeitão" dado que o meu salário, na embaixada de Portugal, era o do maçã dos porcos 500 dólares mensais, sem direito a assistência médico ou outros privilégios. 
José Martins 

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