COMUNICADO: DA TAILÂNDIA COM HUMOR E AMOR
Devido a cheias que estão assolar Banguecoque as páginas de blogues http://aquitailandia.blogspot.com , http://maquiavelencias.blogspot.com , http://maquiavelices.blogspot.com , http://lusosucessos.blogspot.com
Certamente não serão, como antes, movimentadas com assiduidade.
Certamente não serão, como antes, movimentadas com assiduidade.
Por enquanto a inundação ainda não chegou a minha casa e segundo as previsões, dentro de quatro dias atingirá o rés-do-chão, a 60 centímetros de altura do solo.
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A "tralha", os livros vai-se arrumando acima de 1.20 do solo e a família vai viver (os dois cães também) para o primeiro andar e tomar ar na larga varanda de 4 metros de altura.
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Há comida, água e também bacalhau que ainda, hoje, o Fernando de Oliveira, director de exportação da Corticeira Amorim me entregou 5 quilos do mesmo.
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Há comida, água e também bacalhau que ainda, hoje, o Fernando de Oliveira, director de exportação da Corticeira Amorim me entregou 5 quilos do mesmo.
Não há drama. Não há ciclones, ontem e hoje não choveu a cântaros e a situação está controlada.
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Os bangecoquianos, assim como as populações das terras baixas da Tailândia estão habituadas a estas catástrofes naturais.
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Há enormes prejuízos muitas fábricas encerradas, mas a vida vai continuar e o solo continuar a produzir muito arroz e outras comidas.
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Há enormes prejuízos muitas fábricas encerradas, mas a vida vai continuar e o solo continuar a produzir muito arroz e outras comidas.
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Assim, não se preocupem, e se vieram há Tailândia tragam bacalhau que eu e outros "tugas" a viver na Tailândia, agradecem.
Abraços à rapaziada amiga e beijos às amigas.
José Martins
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P.S. - Porque estranho que vos possa parecer o de não haver bacalhau na Tailândia é pelo facto de a comunidade "tuga" neste Reino é reduzida. Assim o "bacalhau" continua a ser a identificação e símbolo da comunidade lusa residente no estrangeiro.
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P.S. - Porque estranho que vos possa parecer o de não haver bacalhau na Tailândia é pelo facto de a comunidade "tuga" neste Reino é reduzida. Assim o "bacalhau" continua a ser a identificação e símbolo da comunidade lusa residente no estrangeiro.
