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quarta-feira, 25 de maio de 2011

500 YEARS OF THE THAI-PORTUGUESE RELATIONS: A FESTSCHRIT

Amigo meu de há uns 20 anos e conceituado empresário português na Tailândia, convidou-me, ontem (25.01.11) para almoçar e ofereceu-me a obra "500 Years of Thai-Portuguese Relations: A Festschrit", editado por Michael Smithies e "The Siam Society.

A obra, bem elaborada e com excelente apresentação, trata-se de uma compilação de artigos de proeminentes figuras ligadas à cultura e investigação histórica da expansão, quinhentista, portuguesa.

De louvar que o conhecido editor Michael Smthies, nos meios académicos de Banguecoque, com várias obras publicadas tenha inserido (dos que vi até agora) artigos do médico/investigador/Cônsul de Portugal Dr. Joaquim Campos e Drª. Leonor Seabra de quem sou amigo há uma vintena de anos.

Não deixo de transcrever uma peça que inseri em Julho do ano passado onde durante um almoço fui convidado para colaborar com um dos mais conceituados académicos da Tailândia o Prof. Phuthorn Bhumadhorn. O tema, em conjunto, seria a edição de um livro sobre a antiga comunidade lusa tailandesa na Tailândia.

Porém o Homem põe e Deus dispõe... Alguém se movimentou, pela parte portuguesa, depois de ler a peça abaixo publicada que eu fosse colocado de fora.

Tudo se vem a saber neste mundo... Mas eu não vou revelar a fonte de que vim a saber e de onde.

São estes (os alguns) portugueses que até são capazes de perseguir os seus compatriotas no estrangeiro, porque lhes fazem afronta ou receio que lhes desviem dos sonhos de seus objectivos.

Evidentemente que eu não faço concorrência a académicos e sábios porque no meu curriculum apenas existe a licenciatura do exame da 4ª classe da instrução primária com merendas de pão de centeio da Serra da Estrela e uma mão cheia de azeitonas curtidas.

Não me vou adiantar mais sobre as "raivinhas/maldade" que fizeram com que a minha colaboração e a do Prof. Phutorn ficassem pelo caminho, por que o académico de prestígio, como eu, foi silenciado.

José Martins

Friday, July 23, 2010

OBRIGADO TAILÂNDIA - O MEU TRABALHO FOI RECONHECIDO

Em realidade não estava nos meus planos que viesse a estar inserido nas celebrações dos 500 anos da chegada dos portugueses à Tailândia.
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Depois de ser afastado (já reformado), em Janeiro de 2008, da Embaixada de Portugal em Banguecoque, que servir por 24 anos e viria a ser vítima de um "complot", muito bem engendrado, por forças ocultas e alheias ao serviço da Missão Diplomática, recolhi-me em minha casa e nunca estagnei a minha humilde actividade de servir dois países: Portugal e a Tailândia.
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Continuo a trabalhar cerca de 17 horas por dia e raramente me desloco à baixa de Banguecoque. Ou em casa ou nos meus "safáris" (alguém lhe deu este nome) viajando pelos meios rurais da Tailândia.
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Há quatro dias minha mulher atendeu uma chamada telefónica da organização para as celebrações pela parte do Governo, para estar presente num almoço de trabalho num restaurante de culinária tailandesa que viria a ter lugar, ontem, 22 de Julho.
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No almoço de trabalho estiverem presentes individualidades ligadas ao "Fine Arts Department" da Tailândia, onde se incluia a Senhora Busaya Mathlin, Directora-Geral do Department of European Affairs, do Ministério dos Negócios Estrangeiros.
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Aceitei o convite, com a humildade, característica, que sempre viveu em mim, para colaborar, pela parte da Tailândia, com o proeminente historiador Prof. Phuthorn Bhumadhorn, que já somos amigos há 22 anos.
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A partir do mês de Agosto, juntamente com o Prof. Puthorn, vou dar a minha colaboração a um evento que a Tailândia pretende lhe dar todo o realce.
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Para mim servir a Tailândia ou Portugal é o mesmo, estou a colaborar para uma causa comum, que irei dar o meu melhor para o êxito e o grato prémio que poderia ter recebido de que alguém, da Tailândia, reconheceu os meus 25 anos a servir dois países.
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Trabalho que nunca me foi reconhecido pelos diplomatas que eu servi. Hierarquia, em Portugal a quanto obrigas, onde alguns humildes que fazem algo, pelo país, são ignorados.
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Esta Ásia e o Oriente está cheia de vítimas, desde séculos, da hierarquia portuguesa.
José Martins
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