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quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

O ACADÉMICO, HISTORIADOR, DESCOBRIDOR DO QUE FOI DESCOBERTO.


O "c........." do gajo é tudo na vida... Desde narciso, a chulo, imbecil, inventor de heróis que não existem. Se existem já foram descoberto!
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Apareceu por aqui em Banguecoque e só teve a culpa quem lhe abriu o portão, da Embaixada de Portugal em Banguecoque  e chefes de missão o sentaram à mesa.
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A mim este “c.........” de vigarista também me burlou, materialmente e moralmente  dando-me um prejuizo de milhares de euros! Desde que Portugal se instalou no Reino do Sião há 500 anos foi este “paneleireco” de ´m......´ que criou a maior intriga de sempre.
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Um gajo malandro,perigoso, chantagista e nato intriguista. Hoje está completamente atolado na “.........” e abandonado. Não vive vai vegetando!
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Há dias fez mais uma descoberta e foi a existência do fotografo luso descendente Francis Chit na Tailândia.... (década 60 sec.XIX). Ele não descobriu nada, porque os vigarista nunca acham nada, roubam e apregoam ao mundo as descobertas da “m......” igual a eles.




O material acima de imagem só foi possível devido à oferta de um magnifico livro, publicado pela paróquia de Santa Cruz, publicado em 1996, pelo meu grande amigo António Cambeta. Que considero, como eu um historiador das coisas de Portugal na Tailândia. O referido livro foi copiado e oferecido a cópia ao académico, reformado, Prof. Phutorn, de Lop Buri, dado que teve descendentes que viveram no bairro português de Santa Cruz, fundado, pouco depois da queda de Ayuthaya em Abril de 1767 - José Martins
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 Fotos abaixo são de autoria do luso descendente Francis Chit . 
Tenho mais fotos








quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

AS MINHAS DOCES MEMÓRIAS DE BANGUECOQUE - HÁ 17 ANOS NA RESIDÊNCIA DOS EMBAIXADORES PORTUGUESES NA TAILÂNDIA HOUVE UMA NOITE DE SONHO


E daqui a 100 anos vai aparecer, um "marmelo", cultural, em Banguecoque, que de momento anda por aí a descobrir personalidades,históricas, que vai a falar de mim, como tenha sido grande fotógrafo, igual ao J.António e o Francisco CHIT .

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

AS DESCULPAS POR POUCOS DIAS SUSPENDEMOS A PUBLICAÇÃO

Clique na imagem se interessado no texto


A quadra de natal que se aproxima e a  noite de consoada no sábado 24, este ano não deu para ser festejada como em anos anteriores entre um grupo de portugueses residentes na Tailândia. Infelizmente as festas do Natal atingiu todos os patrícios residentes no “Reino do Sorrisos".
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1. José Ferreira e esposa transferiram-se para Portugal;
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2. António Cambeta (residente em Macau), uma inesperada gripe e uma queda de Sua Esposa, Dr. Maria de Lurdes, lhe viriria a fraturar um braço e engessado, não pode sair de Macau, no Natal/Ano Novo e juntar-se a nós com sua esposa tailandesa e suas, adoráveis, três filhas;
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3.Manuel Campos e sua esposa, à última hora (o que todos nós esperamos menos na quadra do Natal), tiveram de emergência que, se deslocar a Lisboa para acudirem, a um possível desenlace e tratar do internamento da “velhinha” de 92 anos, mãe de Manuel Campos.
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4. Engenheiro Rui Belo, foi afetado pelas cheias há dois meses duas fábricas, de móveis de exportação, que lhe viria estagnar a laboração (um prejuízo de monta), que agora procura colocar em produção;
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5. Marco do Vale, meu compadre, vítima, da inundação à mais de dois meses, procura restabelecer a sua casa, com limpeza e restaurar o que ficou danificado;
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6. Carlos dos Santos, outra vítima, das inundações e encerrado em sua casa por mais um mês não está disponível.
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A Ceia de Natal, de anos anteriores, têm  sido em minha casa e com os, infelizmente, precalços imprevistos, eu e minha família estamos fora de casa.
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Voltará, se não houver imprevisto, mais que me toque, a partir de 26 do corrente o blogue voltará ao normal.
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UM SANTO NATAL A TODOS E O 2012 QUE VIER (O ACEITAMOS COMO POR ENQUANTO) PASSOS COELHO QUISER)

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

PUBLICO INFORMAÇÃO, DE VALOR HISTÓRICO, DE JOÃO BOTAS






Meu caro José Gomes Martins

'voltei' hoje ao 'seu' texto sobre bocarro para lhe enviar isto sobre um canhão que está na Indonésia e do qual envio imagens em anexo.
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Este canhão foi trazido de Malaca pelos holandeses após a conquista daquela cidade aos portugueses em 1641. Foi provavelmente fundido em Macau pelo célebre fundidor de canhões, sinos e estátuas, Manuel Tavares Bocarro. Pelo menos tem lá as 'marcas'... o figo, etc...
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Os indonésios referem-se-lhe com sorrisos e piscadelas de olhos, chamando-lhe familiarmente "Si Jagur", literalmente o Senhor Fertilidade, por haver a convicção de que o Canhão Português cura a infertilidade feminina...
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This 16th century Portuguese canon has made by MT Bocarro at Macao and appointed to strengthened Portuguese fortress in Malaka. When Vereenigde Oostindische Compagnie (VOC) from Netherland took over Malaka in 1641, the canon was moved to Batavia.
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“Si Jagur” canon made from iron with 3.5 tons weight and 3.84 meters long. The canon mouth diameter is 39 cm inside and 50 cm outside with 158 cm circle. It has a serial number 27012 on its body. On its back we can see a Latin words say: EX ME IPSA RENATA SUM, From My Own Self I Reborn. It was said that this canon was made from 16 little canons. Maybe it is the meaning of those Latin words.
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pode ainda consultar este link no blog Macau Antigo:
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Não sei se já encontrou a fonte dos posts que colocou online sobre Bocarro... aqui vai:

Santos, N. Valdez., “Manuel Bocarro o grande fundidor”, in Boletim do Museu e centro de estudos marítimos de Macau, 1990
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As duas últimas imagens são de um canhão de bocarro que está no museu Militar em Lisboa: .
Este meio canhão, datado do século XVII, é fundido em bronze, tem o calibre de 13,8 centímetros, mede 3,62 metros de comprimento, pesa mais de 3026 quilos e lançava balas de ferro de 8,2 quilos.A peça ostenta o brasão de armas da cidade de Macau, na China.
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Por baixo, apresenta um leão rampante, encimado por uma coroa de marquês. Numa moldura, tem gravada a seguinte inscrição “ANT. TELES DE MENEZES Govºr DA INDIA A MANDOU FAZER NO ANO DE 1640”.Na culatra, tem inscrito o nome do fundidor, “Mel TAVARES BOCARRO”. Como toque pessoal, a cascavel termina na forma de uma flor de lótus.

Cumps

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João F. O. Botas
Tel: 91 870 17 29


Sites e Blogs:







domingo, 4 de dezembro de 2011

HOJE 5 DE DEZEMBRO SUA MAJESTADE O REI DA TAILÂNDIA FAZ 84 ANOS DE VIDA - VIVA O REI!



Neste Reino da Tailândia já eu vivo há 34 anos anos na paz plena sob a bênção de Sua Majestade o Rei Bhumibol Adulyadej. 
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Dia muito especial para o Povo Tailândês e para mim, também, que insiro, abaixo, parte daquilo que tenho escrito, desde há vários anos, em cima de membros da Casa Real Tailandesa. 
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O meu propósito foi o de servir, modestamente, duas Nações amigas desde há 500 anos Portugal e a Tailândia. - José Martins

Favor de clicar nas imagens para ler os textos














PORTUGAL - TAILÂNDIA: 500 ANOS DE RELACIONAMENTO EXEMPLAR

Recebido do blogue amigo:  http://ex-dgemn.blogspot.com/

Domingo, 4 de Dezembro de 2011


Lisboa foi enriquecida com a construção no jardim de Belém* de um pavilhão, oferecido pela Tailândia, no ano em que se celebram 500 anos de relacionamento exemplar entre o Reino de Sião e Portugal. 
Veja as fotos em baixo e consulte os blogues de José Martins.
       

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

RESQUÍCIO DO PASSADO EM MEMÓRIA PRESENTE

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O embaixador Andersen Guimarães será o nosso representante de Portugal em Washington, soube O Independente. Andersen é actualmente o responsável do Governo no grupo de ligação  luso-chinês para tratar a questão de Macau e vai substituir Francisco Knoffli, que vem para Lisboa ocupar o cargo e secretário-geral do Ministério.Esta é uma das muitas mudanças que Durão Barroso preparou a que já estão em Belém nas mãos de Mário Soares. Quanto a António Monteiro, director-geral dos Negócios Políticos, fica nas Necessidades.
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Francisco Knoffli abandona assim a Embaixada, regressando a Lisboa para o lugar de secretário.geral do MNE. Gabinete até agora ocupado por Costa Lobo, que vai substituir em Londres o embaixador Vaz Pereira. É o movimento diplomático em marcha, cujo pacote o ministro dos Negócios Estrangeiros já terá enviado para a Presidência da Republica.
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Preparada em grande segredo, as mudanças de embaixadores vão atingir postos-chave da diplomacia portuguesa, levando mesmo ao abandono de funções por limite de idade de alguns diplomatas. É o caso de Vaz Pereira, que deixa a chancelaria na capital britância. Também Sebastião Castelo Branco deverá abandonar Bangkok pelas mesmas razões.
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Lopes da Costa será transferido para Dublin, deixando vago o lugar no Maputo, que tudo indica será ocupado por Rui Brito e Cunha que assim deixa Argel. Ainda nos PALOP, Rocha Páris deverá continuar em Luanda, enquando o embaixador Rosa Lã vem da Guiné-Bissau para Lisboa, onde irá ocupar o lugar de assessor diplomático do primeiro-ministro.
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É a substituição, já conhecida, de António Martins da Cruz, que deixa Cavaco Silva, ao fim de 11 anos, parea assegurar o cargo de embaixador de Portugal na NATO, em Bruxelas. Outro posto que ficará vago é o de Paris.
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Segundo fontes contactadas por Independente, Varsóvia é um destino possível para Sherman de Macedo. A vaga será ocupada por José Pauloro das Neves que deixa a Reper, sendo.... (ilegível na fotocópia).
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Mathia continua. Madrid
Roma e Brasília, postos ocupados, respectivamente pelos embaixadores Leonardo Mathias, Nunes Barata e Ribeiro Menezes, não deverão sofre alterações, Já Pinto da Franºa poderá deixar Bona.
Entretanto, o secretário-geral da UEO, embaixador José Cutileiro, já tem chefe de gabinete. É Bernardo Futscher Pereira, que assim abandona o cargo de secretário da Embaixada portuguesa em Telavive.
Depois deste movimento diplomático é bem possível que outras alterações possam ocorrer. É que normalmente a rotação de embaixadores é feita por faes.
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Negócio asiático.
A manutenção da Embaixada de Portugal na Tailândia é assegurada pelos proprietários do edifício de um dos hotéis da cadeia Sheraton, em Bangkok, soube O Independente de fonte diplomática.
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A troco de usufruto do jardim da Embaixada, que inclui “court” de ténis e piscina, o hotel assegura todos os trabalhos de manutenção do jardim, da chancelaria, da residência do embaixador e das casas dos empregados. Trabalhos que orçam em cerca de seis mil contos por ano. Conforme apurámos, o Ministério dos Negócios Estrangeiros, que só há pouco tempo começou a enviar verbas para fazer face a estas despesas, apenas destina para este efeito cerca de 600 mil escudos anuais. Montante irrisório.
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Tudo começou em 1982, Nesse ano iniciou-se a construção do Royal Orchid Sheraton num terreno contíguo à Embaixada portuguesa, instalada no local desde 1820. O terreno da representação foi doado pelo Rei Rama II, do então Rei de Sião. Os portugueses chegaram em 1811, e poucos anos depois tinhamos a primeira representação diplomática ocidental. E, durante 39 anos, fomos os únicos. Um verdadeiro património histórico, ao qual o Governo português não tem dadi manutenção.
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Lixeira. A propriedade tem uma área de aproximadamente quatro mil metros quadrados e hoje os jardins da Embaixada fazem as delícias dos hóspedes do hotel vizinho.
Antes deste “gentlemen agreement”, os donos do edifício ficaramn horrorizados com o “degradante” espectáculo que era dado ver aos clientes do Sheraton. Ali mesmo debaixo do seu nariz era um verdadeiro matagal cheio de lixo completamente abandonado.
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Existem fotografias da altura que ilustram a cena “repugnante e deprestigiante para Portugal”, conforme disse  a O Independente o embaixador em Bangkok, Sebastião Castelo Branco, que começou por confirmar a existência desta insólita situação.
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E, apesar de insólita, ela é necessária. Porque, como nos adiantou o embaixador português, “o acordo foi excelente, porque isto era vergonhoso para Portugal. A responsabilidade era de todos os governos, sem excepção”. Se o acordo fosse quebrado “começava tudo a cair, já que a humidade e a água infiltram-se com muita facilidade. Eram meia dúzia de meses para a degradação total, adiantou Sebastião Castelo Branco. Um negócio de mútuos benefícios.
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Embora este acordo tenha sido autorizado pelo secretário-geral do MNE na altura, ele não chega a ser um contrato de arrendamento. Foram sobretudo trocas de cartas entre uma e outra entidade que permitiram manter de pé esta colaboração. Uma relação frutuosa que permite aos hóspedes do Sheraton utilizar a piscina e o “court” de ténis sem que para isso tenham de pagar qualquer quantia.
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Um verdadeiro intercâmbio cultural. Do mesmo modo, os jardins são cedidos gratuitamente ao hotel sempre que este deseja lá realizar festas.  No entanto, neste caso, a administração tem de fazer o pedido por escrito ao embaixador, que tem o direito de recusar se assim o entender. Tudo por uma questão de segurança, visto que é necessário utilizar portas de passagem da Embaixada para a introdução de materiais, com mesas, cadeiras, etc..
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MNE não sabe. Para o representante diplomático de Portugal em Bangkok, a Embaixada e os terrenos que a circundam, uma propriedade de quase quatro hectares sobre o rio Chao Phaya, são uma preciosidade histórica da presença de Portugal na Ásia”. Uma região por cujos mercados os portugueses não têm muita apetência, já que, de todos os países da União Europeia, incluindo a Grécia, Portugal é o único que não tem ali qualquer representação dos seus interesses comerciais.
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Curiosamente, em Lisboa o Ministério dos Negócios Estrangeiros não tem conhecimento desta questão. Nem o ministro nem o Gabinete de Informação e Imprensa, Contactado por O Independente, a reacção foi de desconhecimento do assunto e a promessa sobre a recolha de informação e um comentário ao “pitoresco” desta cena da nossa diplomacia. Até ao fecho desta edição a resposta ficou nas Necessidades.
Paulo Lavadinho
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À MARGEM: Poderia acrescentar muito em relação ao deturpado artigo que O Independente publicou com imensos erros de informação, em 2 de Dezembro de 1994. Porém, esta investigação, foi entregue antes, à falecida jornalista, do O Independente, Ana Osório que por carta,na altura contactou o embaixador Castelo Branco de quem a finada viria a ter conhecimento que sua mãe tinha sido professora do embaixador e então, pelo que prevemos, entregou o trabalho a Paulo Lavadinho. – José Martins

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P.S. – Temos cópia em recorte do conteúdo acima transcrito.