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sexta-feira, 18 de julho de 2008

SENHOR PRESIDENTE PEDIR NÃO BASTA....

O Sr. Presidente da República pede aos portugueses que não baixem os braços.
É assim que o SOL encabeça a notícia, numa visita que Cavaco Silva, efectuou, na inauguração do "Parque Urbano de Freixieiro" em Celorico de Basco.
Sabemos que as palavras de Cavaco Silva são honestas e que vive "amargurado" como nós, ao ponto que Portugal chegou!
Ora essa coisa de não baixar os braços pertence aos líderes que os portugueses votarem, confiando que seria a gente certa no lugar certo.
Não nos vamos adiantar muito na questão no estado económico em que o nosso país se encontra muito mal.
Nós conhecemos o Prof. Cavaco Silva em Banguecoque, no mês de Abril de 1987, um homem jovem em que todos os portugueses, politicamente, apostavam para dar a dignidade que Portugal que os portugueses mereciam.
No nosso caso a aposta foi furada e o bilhete, pensado premiado, saiu em branco. Aventamos que o Presidente da República Cavaco Silva não se atreve a efectuar as "presidiências abertas" iniciadas pelo Dr. Mário Soares e depois copiadas pelo Dr. Sampaio.
Claro que não, porque se o fizesse teríamos a certeza que o Prof. Cavaco Silva verteria lágrimas e estas lhe correriam pelas faces ao ouvir histórias "tristes" da pouca gente que já vive nas terras planas e altas de Portugal.
Essa gente, além de não já poderem levar à acção as suas palavras, que não duvidamos serem honestas, dado que são velhos.
Mas Senhor Presidente da República deveriam as palavras, "demagógicas" que dirigiu ao povo, que o elegeu, outras e mais severas para os homens que fazem parte do executivo do Governo.
E ainda mais haver um critério de escolha nos homens que representam Portugal no estrangeiro...
Não basta o entregar-lhe as "Cartas Credenciais" de acreditação num país estrangeiro que (muitos) não estão à altura de a si o representar, igualmente, Portugal, mas o darem largas à "proa" de o serem e não valerem.
Portugal não pode continuar a ser representado por homens de pouca valia (as desculpas aos honestos) que mais olham para os seus interesses, particulares, do que para aqueles que foram designados.
A diplomacia é o farol de um país e se Portugal está (frágil) como está a eles se deve.
Voltaremos ao assunto em tempo certo
José Martins

1 comentário:

Anónimo disse...

com este calor é mt complicado manter os braços no ar,lol
bj