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sexta-feira, 11 de julho de 2008

O ESTADO DA NAÇÃO


Como é conhecido o Governo de José Sócrates ainda não reconheceu que em Portugal há crise, embora esta reconhecida pelos portugueses. Portugal uma barca à deriva e sem timoneiro que a retire das águas tenebrosas e a leve a bom porto. Havia muita curiosidade daquilo que iria ser discutido em cima de "O Estado da Nação" na Assembleia da República entre o PM José Sócrates e os deputados da oposição. Porém, os que se quedam na barra, esperando vislumbrar a barca, sem governo, nada avistaram. Sobre o estado actual de pobreza social não foi nada discutido. Tão pouco sobre as relações internacionais que por pouco se vão diluindo. Se um país, internamente, não "nada" num mar de rosa não terá um jardim de flores no estrangeiro para que os representantes (aqui são os diplomatas) de Portugal se movimente e com algum ar de prestígio que o seu país lhes merece. O prestígio deles é o se juntar aos seus colegas (ricos e pobres) parceiros da União Europeia. Mas deixamos isso e a pobreza que invadiu Portugal, mercê da vaidade, em fraca hora, de os governantes de Portugal inserirem um país pobre no meio de uma meia dúzia de ricos. Hoje são 27 irmãos. Os ricos lá se vão governando cada vez mais ricos e os pobres com mais miséria e a bicarem, como pardais, as miolas do pão que caiem ao lado do prato. José Sócrates quando aborda o "Estado social" aparenta nervosismo, mas não é "peco" nas palavras dando a impressão (aos poucos esclarecidos) que Portugal é uma piscina onde todos se afogam em dinheiro. Não se ouviu falar no desemprego; o porquê que as fábricas estão a encerrar e grandes e médias empresas a falirem. Não se (igualmente) ouviu palavrinha aonde o Governo irá buscar dinheiro para satisfazer os enormes encargos. Advinhamos que vai ser com mais sobrecargas ao contribuinte; mais multas e mais caça a elas. O oposição, entrou naquele jogo de guerra de palavras e pergunta de um lado e de outro. No quartel de Abrantes tudo como dantes. Ora o Primeiro Ministro José Sócrates, sempre a ter compaixão dos pobres velhos: " de dar mais a quem precisa mais neste momento". Uma cassete gravada engolida pelo PM português, com o som de: "engana velhos e obtém-lhe o voto nas próximas eleições"
Pessoa amiga enviou-me um e-mail onde dizia:
" Se a economia não se desenvolve e o desemprego aumenta, como é que vai ser?
À custa do "Estado social"? Onde é que o "Estado social" vai conseguir os necessários meios financeiros?
Com o "serviço público"? Onde é que o "serviço público" consegue o financiamento para as suas responsabilidades?
O Primeiro-Ministro quando fala, parece que só ele tem solução para os problemas da sociedade portuguesa. A arrogância, e o sorriso malandro que utiliza nos debates, não lhe permite perceber que esta nova "aldeia global" é, cada vez maior que o bairro onde ele mora.
Enquanto não perceber, os portugueses, no seu dia a dia, serão confrontados com mais dificuldades e ficarão mais longe dos padrões dos outros Estados membros da União Europeia.
José Martins

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